quinta-feira, 23 de outubro de 2014

Como Tirar Melhores Retratos – 4 Dicas Essenciais!


    O Retrato é uma das áreas mais apelativas da fotografia, a figura humana consegue ser o assunto mais interessante passível de ser fotografado, mas também, frequentemente, o mais difícil e desafiante.
    Hoje vamos deixar quatro dicas essenciais, com quatro aspectos chave, fundamentais para que possa, instantaneamente, tirar melhores retratos.


1. Foque nos olhos
–  Dê sempre prioridade aos olhos como principal ponto de foco, este é, na maioria das vezes, o ponto mais importante de qualquer retrato. Instintivamente, todos olhamos prioritariamente para os olhos quando observamos um retrato.
2. Feche o enquadramento
–  Aproxime-se ou faça zoom para fechar o enquadramento sobre a pessoa retratada. Um dos erros mais comuns é não estar suficientemente perto do retratado, retirando impacto visual e objectividade à imagem. Uma fotografia correcta e objectivamente enquadrada captará com maior impacto a expressão e os pormenores do rosto da pessoa, dando assim mais relevo ao que é realmente importante num retrato.
3.  Simplifique o fundo
– Tenha especial atenção ao fundo, procure que o mesmo não seja demasiado distrativo. Quando não estiver a fotografar retratos em contexto, procure desfocar tanto quanto possível o fundo. Um fundo demasiado com demasiado ruído, confuso ou chamativo, tirará atenção e impacto à pessoa fotografada.
4.  Descentralize 
– Evite centrar em demasia a foto, seja verticalmente, seja horizontalmente, procure que o rosto da pessoa (no caso de retrato de corpo) ou os olhos da pessoa (no caso de foto de rosto) não fiquem ao centro. Descentralizando a imagem, criará mais impacto e dinamismo na mesma. Use a regra dos Terços quando possível.

   Técnicas e dicas como essas ajudam bastante na hora de fazer boas fotografias, é importante sempre estar por dentro desses truques para criar um visual diferenciado nas fotos. 


Fonte: https://www.zaask.pt/blog/como-tirar-melhores-retratos/

sexta-feira, 17 de outubro de 2014

Economia Criativa, um mundo de possibilidades.

Embora ainda não se tenha um conceito fixo, em 2008, no primeiro estudo em escala mundial sobre o tema, as indústrias criativas foram definidas como os ciclos de criação, produção e distribuição de bens e serviços que usam a criatividade e o capital intelectual como principais insumos. Atualmente quatorze setores industriais estão inseridos nesse processo, são eles: Arquitetura & Engenharia, Artes, Artes Cênicas, Biotecnologia, Design, Expressões Culturais, Filme & Vídeo, Mercado Editorial, Moda, Música, Pesquisa & Desenvolvimento, Publicidade, Software, Computação & Telecom.

Esses setores se dividem em três grandes áreas: 

  • Núcleo Criativo: centro da cadeia produtiva é formado por atividades econômicas que têm as ideias como insumo para geração de valor;
  • Atividades Relacionadas: a grande parte de indústrias e empresas de serviços que fornecem os materiais e elementos fundamentais para o funcionamento do núcleo;
  • Apoio: bens e serviços atuantes de forma indireta ao núcleo.


         O Brasil vem apostando muitas fichas nas Indústrias Criativas, o fato se comprova pela quantidade de incentivos aos atuantes e aos que pretendem ingressar no setor, esses auxílios vão desde o estudante universitário, com o Programa Ciência sem Fronteiras, até empresário que têm um projeto, mas não tem recursos, com o Programa de Formação de Recursos Humanos em Áreas Estratégicas (RHAE), ambos incentivos abrem edital anualmente.



Referencias:
http://www.firjan.org.br/economiacriativa/download/Analise_completa.pdf  

http://www.empreendedorescriativos.com.br/glossario/economia-criativa-o-que-e/  

quinta-feira, 16 de outubro de 2014

Modelo de Negócio

 
          Em empreendedorismo estamos aprendendo quais as primeiras etapas para criar um negócio. Quando se tem uma ideia e quer colocá-la em prática é preciso fazer um esboço dessa ideia respondendo a algumas perguntas essenciais para dar início a um plano de negócio. São estas: O que fazer? Para quem fazer? Através de que canais será comercializado? Como será o relacionamento com o cliente? Qual a proposta de valor? Quais os recursos principais? Quais as principais atividades? Qual será a estrutura de custos?
           Todas estas perguntas devem ser respondidas com clareza e objetividade para assim formar um negócio, pois estes vem antes do plano de negócio e a sua ideia principal é imaginar visualmente o negócio.
            Este é um exemplo de modelo de negócio, que foi apresentado em sala de aula pelo grupo. A partir desse esboço iremos trabalhar esta ideia agora fazendo o plano de negócio, com informações mais detalhadas, dessa empresa que idealizamos. 
 
 


sexta-feira, 10 de outubro de 2014

Natureza: fonte rica de cores para inspirar uma coleção



Os designers buscam Inspiração no passado, presente e futuro, para buscar motivos de inspiração e traduzi-las para uma coleção de moda. A natureza é a mais inspiradora, pois nela encontra-se diversas possibilidades de texturas, formas e combinações de cores. Para realizar a atividade na disciplina de desenvolvimento de coleções, percebemos as opções de cores que podem ser captadas da natureza. Por exemplos em um dia de neblina podemos extrair uma cartela de cores frias, em tons de azul, cinza, preto, branco, roxo e verde.


Em dia ensolarado podemos aproveitar as cores quentes como, amarelo, laranja, verde claro, vermelho e tons pasteis.


Se buscar referencias no fundo do mar a diversidade é vasta trata de um azul claro, um laranja, verde esmeralda, amarelo, rosa, roxo, cinza, preto, branco em combinações encantadoras.

Já partindo para uma mata podemos montar uma cartela compondo as cores verde mata, verde claro, azul, amarelo, branco e preto. Já se nos estendermos simplesmente a um animal ou inseto como: lagartos ou araras, conseguimos só aí de três a seis cores para definirmos a cartela de cores para uma coleção. Tudo depende do tema proposto.
Foi inspirada na natureza e especificamente em uma família de araras que extraímos oito cores para cartela de cores da coleção que traz como seu tema país tropical.


quarta-feira, 8 de outubro de 2014

DE SANTOS E DE LOUCOS TODOS TEMOS UM POUCO



O professor da disciplina de fotografia digital, Ian Costa, solicitou uma atividade prática como critério de pontuação da matéria. O exercício foi em grupos de no mínimo 3 e máximo de 6 pessoas. Foram sorteados temas para cada grupo fazer um ensaio fotográfico conceitual relacionando esse tema.

Esse exercício foi feito antes da realização a avaliação da disciplina de fotografia digital, e ao manusearmos e termos um maior contato com câmeras profissionais, pudemos perceber cada detalhe que estudamos em sala, fator esse que contribuiu para que tivéssemos um maior entendimento sobe os assuntos abordados nas aulas. Além de termos aprendido mais sobre fotografia, também nos divertimos bastante fazendo esse trabalho.


O trabalho que iremos apresentar foi contemplado com o tema loucura. Ao pesquisarmos sobre esse tema, analisamos que falar desse assunto nos dias atuais é muito relativo, pois o assunto já foi alvo de situações bastante conflituosas, e hoje é percebemos que o termo ganhou outros outros valores, visto até como um "estilo de vida" ou uma forma de escapismo dessa realidade dura e crua.

Abaixo, iremos apresentar a proposta do trabalho, mostrando o conceito elaborado e as fotografias que foram utilizadas para compor este ensaio.


CAPA





MEMORIAL




FOTOS

“Cada momento da vida seria triste, fastidioso, insípido,
aborrecido, se não houvesse prazer, se não fosse animado pelo
tempero da loucura.”

“Mas de onde vêm os encantos das crianças senão de mim,
que lhes poupo a razão e, ao mesmo tempo, as preocupações?”

“Quando não possuímos uma coisa, o melhor é fingir que a
possuímos.”

“Os homens mais felizes são aqueles que puderam se
distanciar o mais possível das ciências e refugiar- se junto da
sua única mestra, a natureza.”
 
“Somente a loucura é que consegue refrear o rápido correr da
juventude, somente a loucura é que de nos afasta a velhice
importuna.”

“Loucura não é o mundo em que vivemos. loucura é o próprio
mundo que construímos.”

“A loucura torna a vida suportável.”

“É inútil para a mulher por uma máscara, pois ela permanece
sempre mulher, isto é, louca.”




É importante também destacarmos a mistura de linguagens usada no trabalho, a junção da fotografia com a filosofia deixou o trabalho mais encorpado. O livro Elogio da Loucura de Erasmo de Rotterdam, que serviu como base para o ensaio, é uma obra que foi escrita em 1509 e publicada em 1511, uma obra que é  antiga pelo seu tempo de existência, mas atual no seu contexto. O trabalho contextualizado dessa maneira, desperta o interesse pela leitura (mesmo que de tópicos), e permite que tenhamos um contato com uma obra tão rica e que muitas vezes torna-se esquecida em prateleiras de livrarias e bibliotecas, pelo fato das pessoas estarem acostumadas com esse mundo dinâmico e moderno em que vivemos. 
Essa confluência de linguagens vista neste ensaio, mostra que o conhecimento não ficou limitado apenas à fotografia em si, mas sim à união de ideias que puderam render um trabalho mais completo e consistente. Qualquer profissional que queira ter seu trabalho diferenciado, reconhecido e valorizado é preciso também ficar ciente que é necessário estar inserido em outros contextos, e que assim se façam outras relações com as várias manisfestações de pensamentos e criações, como a pintura, o cinema, a música, a literatura, pois o conhecimento é intrínseco, e uma das principais armas que temos ao nosso favor, algo que ninguém pode nos roubar. 

sexta-feira, 26 de setembro de 2014

O que te custa?



Bazar não lhe Custa Nada

No dia 18 de setembro, realizarmos um bazar sustentável, no qual expomos nossos conhecimentos e entendimentos adquiridos na disciplina Planejamento de Eventos, ministrada pela docente Flavia Lira, na V Amostra da Responsabilidade Social e Sustentabilidade pela Unifavip Devry. A proposta do evento foi de nos mostrar de forma prática as fases do processo de planejamento e organização de eventos. O primeiro passo foi à definição de um tema em sala de aula. Feito a escolha do tema,  definirmos os grupos para realização das etapas do evento, que serviu para desenvolvermos o projeto do bazar: “Não lhe custa nada”.



Com tema e grupos definidos, utilizados um dos instrumentos principais que auxiliam no desenvolvimento e organização de um evento, o ckeck-list. Cada grupo obteve a responsabilidades de aplicar as propostas que se exigima no planejamento do evento. No check-list, colamos a descrição da atividade, o resposável pela mesma, e o acompanhamento e andamento dos serviços, pois é necessário que haja organização, responsabilidade na elaboração de uma evento.





Show de criatividade no balcão da customização

 

 
Com a realização do bazar, pudemos perceber qual a importância de cada etapa de um evento, pudemos de fato, relacionar o que é definir um conceio, o que é e para que serve o pré- evento, o evento em si, e considerada umas das principais partes pelo grupo, avaliar o pós- evento, pois analisamos que nele fazemos todas as descrições positivas e negativas sobre o mesmo, com o qual identificamos nossas necessidades e virtudes, que serve para que em um proximo evento organizado, possamos pontuar todos os itens e dar cada vez mais ênfase e qualidade as novas propostas.

Pérolas do Empreendorismo

A matéria de empreendedorismo,  contribui bastante para o profissional de design, pois podemos perceber que é possível empreender, sem necessariamente ter um negocio próprio. Concordando com a opinião de McClelland. Que afirma: " O empreendedor manifesta necessidade de sucesso". Ou seja, um designer pode planejar sua carreira sendo prestador de serviço de qualidade superior, conquistando a confiança dos empresários e trazendo ideias para melhoria das empresas, e assim, obter sucesso.


Segundo Thomas de Aquino: " Um empreendedor tem que ser diferente dos outros, ter percepção, meta, objetivo e coragem para implantar uma ideia". Na palestra com Thomas, podemos conhecer de perto os perfis de um empreendedor. Percebemos que uma ideia, embora não tendo recursos financeiros para colocá-la em prática, é possível realizá-la, buscando parcerias que possam oferecer possibilidade para implantá-la, pois, um empreendedor tem que ser ousado, embora conheça todos os riscos que podem acontecer.

Essa palestra com um profissional experiente, como Thomas, é motivante para nós, futuros empreendedores, pois ele trouxe exemplos de como ele empreendeu suas ideias como jornalista. Por criar revistas e jornais de turismo, há muito tempo atrás, ele teve a percepção que Caruaru iria se tornar centro de vendas de imobiliário, por isso, ele buscou qualificação profissional no ramo de corretor de imóveis, e fez circular na cidade de Caruaru um jornal, mostrando os imobiliários que estavam à venda, avaliados por ele mesmo. 
Esse tipo de exemplo expande nossa visão, para que percebamos o entorno, enquanto estudantes de design, no que está faltando em nossa área de atuação, nos incentivando a descobrir como inovar e planejar uma carreira de sucesso.